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E-commerce Data Experience

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E-COMMERCE DATA EXPERIENCE

Índice de confiabilidade do GA4: o que 31 mil auditorias dizem sobre o mercado brasileiro

Apresentado no evento EDX (Ecommerce Data Experience), promovido pela Métricas Boss em 14 de maio, em São Paulo, este diagnóstico expõe a realidade da infraestrutura de dados no mercado corporativo. Apresentado por Phillip Mello (Head de Tecnologia) e Mafê Neurauter (Head de Consultoria), o estudo baseia-se em uma auditoria de nove meses que avaliou mais de 100 contas do GA4 através de mais de 31.000 verificações.

Gustavo Esteves

Gustavo Esteves

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E-COMMERCE DATA EXPERIENCE

Muito além do play: Como o Mercado Livre revolucionou a venda de produtos digitais

Este artigo detalha o caso de sucesso apresentado na palestra "Muito Além do Play: Estratégia, Growth e o Novo Mercado de Games", que ocorreu durante o evento EDX (E-Commerce Data Experience) no dia 14 de maio de 2026, na ESPM em São Paulo. Conduzido por Bruno Santana, Delivery Manager da Minders, e Mário Januário Filho, Líder de TI e Produtos no Mercado Livre, o texto explora como a gigante do e-commerce adaptou sua estrutura tradicional para vender bens digitais.

Gustavo Esteves

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De 78 Anos de Tradição à Liderança Digital: O Guia da Riachuelo para Escalar Resultados com Dados

Neste artigo, você descobrirá como Wellington Silva, diretor de tecnologia da Riachuelo, liderou uma profunda reestruturação na cultura de métricas da gigante do varejo. O texto explora a transição de uma visão de dados fragmentada para uma arquitetura omnicanal unificada, revelando os três pilares estratégicos e os testes práticos que impulsionaram diretamente a taxa de conversão, o engajamento e a receita incremental no ecossistema digital da companhia.

Gustavo Esteves

Gustavo Esteves

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E-COMMERCE DATA EXPERIENCE

Fast Shop: O impacto do Server-Side Tracking na performance e na receita do e-commerce

Baseado na palestra de Luis Sanches, da Fast Shop, realizada no evento EDX (E-commerce Data Experience) no dia 14 de maio, em São Paulo, este artigo detalha os desafios e as soluções encontradas pela varejista ao reestruturar sua captura de dados. Você entenderá como a mudança do rastreamento do navegador para o servidor reduziu o abandono de carrinhos, aliviou a carga do site e abriu espaço para o uso avançado de dados comportamentais. O texto explora os gargalos técnicos, a estratégia de migração e o impacto direto na receita, voltado para lideranças que buscam alinhar tecnologia e negócios.

Gustavo Esteves

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E-COMMERCE DATA EXPERIENCE

O Fim do 'Last Click': Como Nemu, Nestlé e Electrolux Redefinem a Atribuição de Mídia

Realizado durante o evento E-commerce Data Experience (EDX) no

Gustavo Esteves

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O Turnaround invisível: Como a Americanas protegeu suas margens com decisões em tempo real

Este artigo é baseado na palestra apresentada no EDX (E-commerce Data Experience), realizada no dia 14 de maio, em São Paulo. Conduzida por Lucas Godoy, Advisor da Métricas Boss, e José Felipe, Head de O2O (integração do online com o offline) na Americanas, a apresentação detalhou como a varejista centenária atingiu seu ponto de equilíbrio financeiro no digital. Em um cenário de estagnação global, a companhia deixou a busca desenfreada por volume de lado para focar na eficiência operacional, implementando a observabilidade de negócios para identificar e estancar vazamentos silenciosos de receita em minutos.

Gustavo Esteves

Gustavo Esteves

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A estratégia da Nestlé para provar o impacto financeiro do conteúdo no varejo

Durante a edição do EDX (Ecommerce Data Experience), evento realizado em 14 de maio, em São Paulo, Rodrigo Souza, coordenador de Search Marketing da Nestlé, apresentou o modelo analítico adotado pela companhia para medir o impacto de seus canais digitais. Este artigo mostra como a empresa superou a dependência de métricas superficiais para mensurar as vendas incrementais geradas por conteúdo dentro do varejo parceiro. Entenda a necessidade de integrar áreas técnicas e de negócios e veja os dados que comprovam a relação direta entre o conteúdo contextualizado e a receita da organização.

Gustavo Esteves

Gustavo Esteves

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A reestruturação corporativa no Grupo Casas Bahia: do fim dos silos operacionais à cultura de experimentação

Apresentada durante o evento EDX (Ecommerce Data Experience), ocorrido no dia 14 de maio, em São Paulo, a palestra conduzida por Renan Araujo, Gerente de Produtos, e Igor Alves, Tech Manager, revelou os bastidores de uma grande transformação arquitetônica no Grupo Casas Bahia. Neste artigo, você entenderá como a gigante do varejo eliminou a distância entre suas diretorias, abandonou o excesso de relatórios estáticos e empoderou suas equipes para tomar decisões estratégicas baseadas em testes e estatística rigorosa. -------------------------------------------------------------------------------- Quem nunca pediu um painel de indicadores para embasar uma escolha e acabou tomando a decisão antes mesmo de o relatório ficar pronto? Foi a partir dessa exata reflexão que o Grupo Casas Bahia iniciou uma profunda reformulação em sua estrutura interna. O problema diagnosticado não era a falta de informações, mas sim a arquitetura organizacional da companhia. Historicamente, o departamento de produtos operava sob constante dependência da diretoria de dados. Quando um PM (Product Manager, ou Gerente de Produto) precisava de uma análise para guiar o desenvolvimento de um canal de vendas, era necessário abrir um chamado formal, justificar o pedido e aguardar em uma fila de atendimento gerida por um SLA (Service Level Agreement, ou Acordo de Nível de Serviço). Essa desconexão gerava atritos operacionais: a equipe de dados estava distante do contexto de urgência comercial, enquanto a área de produtos acumulava mais de cem painéis de monitoramento diferentes e frequentemente redundantes , o que travava a tomada de decisão. A virada estrutural: unindo áreas sob a mesma diretoria Para solucionar esse gargalo, o Grupo Casas Bahia tomou uma decisão drástica: não bastava adquirir novas tecnologias, era imperativo mudar as cadeiras. A companhia reestruturou seu organograma e trouxe as disciplinas de dados e de CRO (Conversion Rate Optimization, ou Otimização de Taxa de Conversão) para atuar diretamente sob o mesmo teto da diretoria de produtos. Com essa mudança, formou-se um "quarteto" operacional composto por especialistas em produtos, UX (User Experience, ou Experiência do Usuário), engenharia de software e análise de dados. A unificação eliminou os acordos de nível de serviço restritivos entre os setores, alinhou as metas, passando todos a buscar juntos o aumento de GMV (Gross Merchandise Volume, ou Volume Bruto de Mercadorias) e melhorias nos tickets médios e garantiu que o planejamento das soluções fosse desenhado em tempo real. Da dependência de terceiros à autonomia das equipes Um dos pilares da nova cultura do Grupo Casas Bahia foi reconhecer que um gerente de produto que depende constantemente de um terceiro para analisar uma métrica acaba, inevitavelmente, se acomodando e fazendo menos perguntas de negócio. Para reverter esse quadro, a empresa revisou seu arsenal tecnológico. O volume de pedidos por painéis centralizados foi reduzido em cerca de 30%. Em substituição a relatórios engessados, a companhia investiu na democratização da informação, implementando soluções de autosserviço como o Mixpanel, permitindo que os próprios líderes de produto realizassem análises de funil e recortes de público sem enfrentar filas. Além disso, foram criados processos mais ágeis utilizando plataformas como o Databricks, que permite a extração de relatórios através de linguagem natural, e a consolidação de "Deep Dives", investigações mais profundas reservadas exclusivamente para perguntas que afetam diretamente a estratégia corporativa. A evidência no lugar da opinião: resultados práticos A nova estrutura permitiu que o Grupo Casas Bahia escalasse vertiginosamente sua capacidade de experimentação. Em apenas um mês, a companhia chegou a rodar mais de 50 testes simultâneos no formato A/B (método de comparação entre duas versões de uma página ou sistema para determinar qual performa melhor). Dois casos ilustram bem o retorno financeiro dessa estratégia. O primeiro envolveu o coração do comércio eletrônico: o motor de busca. A equipe de produtos estava estagnada há mais de um ano debatendo mudanças na busca do site com base em percepções qualitativas. Ao adotarem a nova cultura estatística, testaram um novo motor de busca contra o antigo em tempo real, acompanhando rigorosamente métricas como CTR (Click-Through Rate, ou Taxa de Clique) e CVR (Conversion Rate, ou Taxa de Conversão). A evidência dos dados comprovou a superioridade do novo motor, resultando em um crescimento das métricas de navegação e em uma drástica redução de custos operacionais para a companhia. O segundo caso destacou a aplicação prática de inteligência artificial. Através da ferramenta Nano Banana, o time decidiu testar a melhoria visual do catálogo de produtos, gerando imagens realistas e ambientadas (como sofás de alta resolução inseridos em salas adequadas, no lugar de fundos inconsistentes). O teste A/B comprovou que a percepção de qualidade visual impactava diretamente a segurança do consumidor, elevando a taxa de conversão final. A conclusão que pauta o Grupo Casas Bahia hoje é clara e serve como diretriz para líderes do mercado: A tomada de decisão é o destino. -------------------------------------------------------------------------------- Aprofunde-se neste conteúdo Para conferir a riqueza de detalhes técnicos, os frameworks de maturidade de equipes e ouvir diretamente dos líderes que capitanearam esse projeto, confira a palestra completa no Prime. O material em vídeo oferece todos os gráficos e metodologias exclusivas adotadas pelo Grupo Casas Bahia para você aplicar na realidade do seu negócio. → ACESSAR LINK DA PALESTRA -------------------------------------------------------------------------------- FAQ: 5 perguntas importantes sobre a reestruturação no Grupo Casas Bahia 1. Qual era o principal problema enfrentado pelas equipes de produtos antes da reestruturação? As equipes operavam em silos. A diretoria de dados ficava separada do time de produtos, gerando lentidão, longas filas de espera por análises e criação de relatórios que, muitas vezes, não respondiam às urgências de negócio em tempo real. 2. Como a mudança organizacional resolveu esse gargalo? A empresa aproximou a frente de dados e otimização para atuar diretamente dentro da diretoria de canais (onde os produtos vivem). Isso formou equipes multidisciplinares compostas por produtos, experiência do usuário, engenharia e dados, compartilhando as mesmas metas de conversão. 3. Como o Grupo Casas Bahia reduziu o volume excessivo de relatórios? A companhia eliminou painéis estáticos desnecessários — reduzindo a demanda por novos painéis em 30% — e passou a capacitar os gerentes de produto com ferramentas de autosserviço analítico, garantindo fluência e autonomia para que eles mesmos respondessem às suas perguntas de rotina. 4. Quais foram os impactos financeiros ao alterar o motor de busca do site? Ao substituir debates pautados em opiniões por testes A/B baseados em métricas claras de clique e conversão, a empresa adotou um novo motor de busca que não apenas melhorou a estabilidade e a experiência do cliente, mas também gerou uma grande redução de custos operacionais. 5. De que forma a companhia utilizou Inteligência Artificial para aumentar vendas? Utilizando uma ferramenta chamada Nano Banana, a equipe melhorou as imagens do catálogo de produtos cadastrados por parceiros, reduzindo o ruído visual e ajustando a nitidez para criar fotos realistas e bem ambientadas. O aumento da qualidade visual gerou maior confiança no cliente, o que foi validado com um crescimento na taxa de conversão final

Gustavo Esteves

Gustavo Esteves

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CAC alto no e-commerce: o problema é o custo da mídia ou a falta de CRO?

Neste artigo, você encontrará uma análise aprofundada sobre a eficiência de conversão em operações digitais, com foco na proteção da margem de lucro. O conteúdo é fruto da mesa redonda realizada no evento EDX (E-commerce Data Experience), que ocorreu em 14 de maio, na cidade de São Paulo. Sob a mediação de Taciana Serafim, o painel reuniu executivos de peso: Bárbara Bonfim, líder de experimentação global da LS&Co; Tárcio Machado, líder do programa de experimentação da Electrolux na América Latina; e Cláudia Fajkarz, gerente de sucesso do cliente da VWO.

Gustavo Esteves

Gustavo Esteves

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Como a Métricas Boss redefine a análise de dados corporativa com o Analytics Copilot

Neste artigo, exploramos as principais inovações apresentadas por Lucian Fialho, CTO da Métricas Boss, durante o evento E-commerce Data Experience (EDX), realizado no dia 14 de maio de 2026, em São Paulo. Você encontrará uma análise executiva sobre o Analytics Copilot, uma nova ferramenta de Inteligência Artificial (IA) focada em produtividade e confiabilidade de dados.

Gustavo Esteves

Gustavo Esteves

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